Painéis fotovoltaicos flutuantes

2 de agosto de 2017, Nenhum comentário

Autor: Maurício Bernardes (engenheiro civil pela UNICAMP, especializado na área de administração de empresas pela FGV-SP)

De acordo com a Agência Internacional de Energia (IEA), a participação da energia solar na matriz energética mundial vem aumentando nos últimos anos, principalmente com a utilização de placas fotovoltaicas.

Espera-se que o incentivo ao uso de energias limpas possa reduzir a tendência de aquecimento global observada nas últimas décadas, em decorrência da utilização de combustíveis fósseis em larga escala. Segundo relatório anual da agência espacial americana (NASA), 2016 foi o ano com as maiores temperaturas médias de todos os tempos no globo, indicando a urgência da reversão do quadro.

O uso de energias renováveis, além de ser uma questão essencial para o equilíbrio do planeta, tem sido incentivado por questões econômicas.
A dificuldade na formação do preço de comercialização de energia no mundo tem tornado complexo o planejamento financeiro de grandes consumidores de energia, e como consequência, tem servido de incentivo à busca de alternativas, normalmente associadas ao uso de fontes renováveis.

Com o enfoque de reduzir as incertezas de curto e médio prazos, trazidas pela volatilidade do preço de energia, algumas empresas têm investido elevadas cifras na instalação de parques geradores de energia. Como exemplo, têm-se as instalações fotovoltaicas voltadas à venda de energia limpa com preço pré-determinado, em contratos de longo prazo (mais de 20 anos), a um preço significativamente menor do que o ofertado por concessionárias (~ 20% de economia).

Há diversas corporações operando no segmento, uma delas, a inglesa Lightsource, que atua desde 2010 em negócios voltados a grandes empresas, possui o maior conjunto privado de instalações fotovoltaicas da Europa, totalizando R$8,5 bilhões em ativos.

Leia na íntegra: http://blogs.pini.com.br/posts/tecnologia-sustentabilidade/paineis-fotovoltaicos-flutuantes-382261-1.aspx

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